
Quando voce fala em vinhos portuguêses hoje em dia o Douro
brilha e reluz, seus vinhos estruturados enchem a boca dos consumidores que
os colocam junto a orígens como
Bordeaux, Brunello di Montalcino, Ribera del Duero , Maipo, e Napa Valley. Seus
potentes vinhos foram responsáveis por uma verdadeira revolução no mundo
vitivinícola português e hoje são campeões em prêmios e ainda mantendo uma boa relação de custo benefício quando
comparados com algumas das orígens citadas. Além de grandes vinhos a
região é reconhecida como tendo as mais belas paiságens vinicolas do mundo,
especialmente as quintas que margeiam o Rio Douro, e foi nesta pujante mas
ainda bucolica região que completamos a 4ª etapa de nossa viagem pelas terras
de Camões. O Douro está localizado no
nordeste de Portugal na bacia hodrogáfica
do rio que lhe dá o nome e
circundado por montanhas que tornam seus
diversos terroir um pote de riquesas devido seus diferentes tipos de solo,
altitude e exposição solar. É dividido em 3 sub regiões: Baixo Corgo região mais fria que tem impacto
do oceano Atlântico e por tanto ser responsável pela produção de vinhos de
estilo mais leve e fino, Cima Corgo a maior da 3 sub regiões tem a cidade de
Pinhão como centro , não sofre interferência dos ventos oceânicos deviado a
proteção da montanhas que a circundam, seus vinhos são mais estruturados e
intensos, e finalmente o Douro superior localizado a leste junto a fronteira
com a Espanha e que tem o clima mais quente e a menor precipitação de chuva
dentre as sub regiões sendo responsável por alguns vinhos muito estruturado e
quentes . As variedades tintas mais populares da região são Touriga Nacional,
Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Roriz, entre as brancas
destacam –se a Malvasia Fina, Gouveio, Viosinho, Códega e Malvasia Rei. Durante
nossa passagem por estas paragens tivemos a oportunidade de visitar 4 produtores
: Quinta do Crasto,Quinta dos Avidagos, Quinta da Gaivosa, e Quinta Santa
Eufêmia , vamos a alguns detalhes que
marcaram cada uma delas:
brilha e reluz, seus vinhos estruturados enchem a boca dos consumidores que
os colocam junto a orígens como
Bordeaux, Brunello di Montalcino, Ribera del Duero , Maipo, e Napa Valley. Seus
potentes vinhos foram responsáveis por uma verdadeira revolução no mundo
vitivinícola português e hoje são campeões em prêmios e ainda mantendo uma boa relação de custo benefício quando
comparados com algumas das orígens citadas. Além de grandes vinhos a
região é reconhecida como tendo as mais belas paiságens vinicolas do mundo,
especialmente as quintas que margeiam o Rio Douro, e foi nesta pujante mas
ainda bucolica região que completamos a 4ª etapa de nossa viagem pelas terras
de Camões. O Douro está localizado no
nordeste de Portugal na bacia hodrogáfica
do rio que lhe dá o nome e
circundado por montanhas que tornam seus
diversos terroir um pote de riquesas devido seus diferentes tipos de solo,
altitude e exposição solar. É dividido em 3 sub regiões: Baixo Corgo região mais fria que tem impacto
do oceano Atlântico e por tanto ser responsável pela produção de vinhos de
estilo mais leve e fino, Cima Corgo a maior da 3 sub regiões tem a cidade de
Pinhão como centro , não sofre interferência dos ventos oceânicos deviado a
proteção da montanhas que a circundam, seus vinhos são mais estruturados e
intensos, e finalmente o Douro superior localizado a leste junto a fronteira
com a Espanha e que tem o clima mais quente e a menor precipitação de chuva
dentre as sub regiões sendo responsável por alguns vinhos muito estruturado e
quentes . As variedades tintas mais populares da região são Touriga Nacional,
Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinto Cão e Tinta Roriz, entre as brancas
destacam –se a Malvasia Fina, Gouveio, Viosinho, Códega e Malvasia Rei. Durante
nossa passagem por estas paragens tivemos a oportunidade de visitar 4 produtores
: Quinta do Crasto,Quinta dos Avidagos, Quinta da Gaivosa, e Quinta Santa
Eufêmia , vamos a alguns detalhes que
marcaram cada uma delas:

Tudo iniciou na
Quinta do Crasto, definitivamente a vista mais bonita entre os produtores do
Douro, lá fomos recebidos pelo enólogo Manuel LoboVasconcellos que nos serviu 7
de seus vinhos onde o maior destaque ficou para o Quinta do Crasto Tinta Roriz
2013 com 14,5% de álcool dos quais sao produzidas apenas 4.800 garrafas . Vino
ainda jovem mas com muitas camadas aromáticas
e uma boca gorda , exuberante e gastronômico , ao custo de 40 Euros.
Quinta do Crasto, definitivamente a vista mais bonita entre os produtores do
Douro, lá fomos recebidos pelo enólogo Manuel LoboVasconcellos que nos serviu 7
de seus vinhos onde o maior destaque ficou para o Quinta do Crasto Tinta Roriz
2013 com 14,5% de álcool dos quais sao produzidas apenas 4.800 garrafas . Vino
ainda jovem mas com muitas camadas aromáticas
e uma boca gorda , exuberante e gastronômico , ao custo de 40 Euros.

Próxima parada , Quinta dos Avidagos, onde pousamos. De propriedade da
família Nunes de Matos a emprêsa tem quatro quintas sendo a mais antiga
adquirida em 1685. Por muitos anos produziram apenas vinhos do porto, mas
desde 2001 decidiram elaborar vinhos
tranquilos com responsabilidade enolôgica do badalado Ruy
Cunha . Seus vinhos são marcados pelo estilo estruturado que tanto
divulgou a região no mundo, entretanto meu favorito foi o Branco 2014, um corte
de Malvasia fina, Gouveio, Arinto e Viozinho que esbanjou mineralidade e
frescor . Devo destacar a hospitalidade do casal, com quem tivemos um delicioso jantar
além da beleza da casa pricipal de sua velha quinta totalmente reformada para
receber os turistas que os visitam, certamente
uma parada obrigatoria para os arquitetos amantes de vinhos .
família Nunes de Matos a emprêsa tem quatro quintas sendo a mais antiga
adquirida em 1685. Por muitos anos produziram apenas vinhos do porto, mas
desde 2001 decidiram elaborar vinhos
tranquilos com responsabilidade enolôgica do badalado Ruy
Cunha . Seus vinhos são marcados pelo estilo estruturado que tanto
divulgou a região no mundo, entretanto meu favorito foi o Branco 2014, um corte
de Malvasia fina, Gouveio, Arinto e Viozinho que esbanjou mineralidade e
frescor . Devo destacar a hospitalidade do casal, com quem tivemos um delicioso jantar
além da beleza da casa pricipal de sua velha quinta totalmente reformada para
receber os turistas que os visitam, certamente
uma parada obrigatoria para os arquitetos amantes de vinhos .

A seguir, pelo
menos para mim, a esperada visita a Quinta da Gaivosa, um de meus produtores
favoritos do Douro, onde fomos atendidos pelo dinâmico e generoso Domingos
Alves de Souza que já nos esperava sob a chuva que caia no dia da visita.”
Vocês querem conhecer a Quinta” foi sua primeira pergunta após nos receber com
um caloroso abraço. A resposta foi um sim “preocupado” pois conhecia a quinta
de fotos e por saber ser bem ingreme,”
vamos de Jeep” diz ele descontraido , quando vimos o” Jeep” ficamos um pouco mais preocupados pois era uma BMW X5
, ai imaginei se ele ia realmente entrar
nas estreitas trilhas da quinta. Pois foi !! com direito a curvas feitas com
interminaveis idas e voltas , paradas para fotos, definitivamente momentos emocionantes
e inesquecíveis.
menos para mim, a esperada visita a Quinta da Gaivosa, um de meus produtores
favoritos do Douro, onde fomos atendidos pelo dinâmico e generoso Domingos
Alves de Souza que já nos esperava sob a chuva que caia no dia da visita.”
Vocês querem conhecer a Quinta” foi sua primeira pergunta após nos receber com
um caloroso abraço. A resposta foi um sim “preocupado” pois conhecia a quinta
de fotos e por saber ser bem ingreme,”
vamos de Jeep” diz ele descontraido , quando vimos o” Jeep” ficamos um pouco mais preocupados pois era uma BMW X5
, ai imaginei se ele ia realmente entrar
nas estreitas trilhas da quinta. Pois foi !! com direito a curvas feitas com
interminaveis idas e voltas , paradas para fotos, definitivamente momentos emocionantes
e inesquecíveis.

Na volta visita a sua linda e nova adega, e a seguir degustação onde ele fez questão de servir sua
linha inteira de onde destaco pelo menos
3 vinhos maravilhosos: O primeiro foi o
Personal Alves de Souza 2006 Branco elaborado com 10 castas autoctones
provenientes de vinhas velhas , vinificadas no processo dos hoje “suoer In”
Vinhos Laranjas, ou Âmbar , um vinhos
marcado pelo aroma oxidativo de grande frescor e estrutura , como ainda não
está no Brasil me senti obrigado a trazer uma garrafa desta jóia para dividir
com os amigos, o segundo vinho não poderia deixar de ser o tradicional Quinta
da Gaivosa que nos foi servido em sua safra 2009 como sempre um exemplo de
equilibrio e complexidade e elegância, finalment o Abandonado da Safra 2011, um vinho aveludado, rico , com
tremendo potencial de guarda. Para finalizar a visita um almoço em familha
comandado por dona Lucinda esposa e que contou
com a presença da Mariana filha, e Pedro genro. Uma visita inesquecível que
espero poder repetir sempre que for para o Douro. Meus agradecimentos caro
Domingos.
linha inteira de onde destaco pelo menos
3 vinhos maravilhosos: O primeiro foi o
Personal Alves de Souza 2006 Branco elaborado com 10 castas autoctones
provenientes de vinhas velhas , vinificadas no processo dos hoje “suoer In”
Vinhos Laranjas, ou Âmbar , um vinhos
marcado pelo aroma oxidativo de grande frescor e estrutura , como ainda não
está no Brasil me senti obrigado a trazer uma garrafa desta jóia para dividir
com os amigos, o segundo vinho não poderia deixar de ser o tradicional Quinta
da Gaivosa que nos foi servido em sua safra 2009 como sempre um exemplo de
equilibrio e complexidade e elegância, finalment o Abandonado da Safra 2011, um vinho aveludado, rico , com
tremendo potencial de guarda. Para finalizar a visita um almoço em familha
comandado por dona Lucinda esposa e que contou
com a presença da Mariana filha, e Pedro genro. Uma visita inesquecível que
espero poder repetir sempre que for para o Douro. Meus agradecimentos caro
Domingos.

Finalizando nossa estada no Douro fomos conhecer a Quinta
Santa Eufêmia vinícola fundada em 1864
em local repleto de marcas da história como
o o marco pombalino de numero 27 de 1756 , um dos muitos implantados pelo
Marques de Pombal para demarcar a
região, a capela farol que ajudava os navegantes do Douro da época, e até mesmo
o lagar de granito de propriedade da vinícola e que está em uso até hoje para a
pisa das uvas . Esta vinícola posue 45 hectares de vinhedos
que produzem anualmente entre 80 a 120
mil garrafas de Porto e 120mil garrafas
de vinhos tranquilos. Gostei muito de seus vinhos tranquilos mas foram os
portos que me fizeram colocar a mão no bolso e compra 3 deles para minha adega:
um fresco Porto White 10 anos por 12 euros,
um delicioso Tawny 20 anos por 25 Euros
, e alucinante Tawny 30 anos por 56 Euros.
Santa Eufêmia vinícola fundada em 1864
em local repleto de marcas da história como
o o marco pombalino de numero 27 de 1756 , um dos muitos implantados pelo
Marques de Pombal para demarcar a
região, a capela farol que ajudava os navegantes do Douro da época, e até mesmo
o lagar de granito de propriedade da vinícola e que está em uso até hoje para a
pisa das uvas . Esta vinícola posue 45 hectares de vinhedos
que produzem anualmente entre 80 a 120
mil garrafas de Porto e 120mil garrafas
de vinhos tranquilos. Gostei muito de seus vinhos tranquilos mas foram os
portos que me fizeram colocar a mão no bolso e compra 3 deles para minha adega:
um fresco Porto White 10 anos por 12 euros,
um delicioso Tawny 20 anos por 25 Euros
, e alucinante Tawny 30 anos por 56 Euros.
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Manuel e os vinhos da Quinta do Crasto |
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Vinhos da Quinta dos Avidagos |
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O Personal Alves de Souza |
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Porto Colheita 2004 da Santa Eufêmia |
Após este longo e delicioso dia, só mesmo um descansinho na van rumo a região dos Vinhos Verdes nossa próxima parada . Até