
A fórmula 1 sempre foi um palco requintado para a divulgação de produtos de luxo como a LVMH (Grupo Moët Hennessy Louis Vuitton), a Tag Heuer, a Vodka Belvedere, a American Express, a Mastercard, sem contar a era do tabaco com a Marlboro, Mild Seven , Lucky Strike, West, e John Player Special. Tudo teve início em 1950 quando a Moët & Chandon decidiu dar de prêmio a Juan Manuel Fangio uma garrafa de champanhe pela vitória do piloto no GP da França realizado no circuito de Reims-Gueux. A premiação continuou durante os primeiros 16 anos, com os pilotos apenas ganhavam a garrafa e bebiam. O banho de espumante começou por acidente e fora da F1, nas 24 Horas de Le Mans quando o suíço Jo Siffert subiu ao pódio e recebeu sua garrafa que estava quente, e que acabou estourando sozinha sob pressão, espirrando no público. No ano seguinte, Dan Gurney venceu a mesma corrida e resolveu sacudir e estourar a garrafa de propósito para molhar os chefes de equipe e jornalistas. Gurney, que também corria na Fórmula 1, levou a brincadeira para a categoria máxima do automobilismo, onde virou ritual obrigatório ate nossos dias. Vamos conhecer os produtores patrocinadores desde o primeiro GP. De 1966 a 1999 Moët & Chandon, de 2000 a 2015 G.H. Mumm, de 2016 a 2017 Chandon, de 2017 a 2019 Champagne Carbon, no ano de 2020 a Moët & Chandon, de 2021 a 2024 Espumante Ferrari e de lá para cá a Moët & Chandon em contrato de exclusividade até 2035.
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