Sou fã assumido de
borbulhas ainda mais morando no Brasil com suas altas temperaturas. Entretanto
na hora de tomar espumantes sou obrigado a fazer uma separação: uma coisa é
tomar estes vinhos refrescantes no dia a dia, e digo que existe uma infinidade
de ótimos produtos disponíveis no mercado pra este fim. Outra coisa e a de
curtir a complexidade e a maturidade dos grandes Champagnes, alguns
Franciacortas, Trentinos e outros restritos exemplares. No final de 2017 reunimos nossa Confraria dos
Vinhos Naturebas para nossa última degustação do ano. Conversando com um dos
participantes perguntei se por ventura ele já havia provado os Champagne de
Marie Noelle, e em resposta recebi um sorriso e um brilho nos olhos. Não só
tomei como recentemente tive o prazer visitar esta produtora foi a resposta. Mas
melhor ainda foi a pergunta que veio a seguir
“quer que eu traga o champa dela para nossa degustação? “. No dia de
nosso encontro seis espumantes naturais devidamente embrulhados em papel
alumínio, muita descontração, e começa o espetáculo: Os dois primeiros são
servidos já tirando suspiros dos presentes, mas ai chega o terceiro espumante e
silencio se faz à mesa, seguido de uma série de comentários como: o que foi
isso? Que maravilha. Esta só pode ser um champa etc etc etc. Segue o jogo e os
outros espumantes são servidos, mas na verdade o jogo já tinha acabado. No Striptease
das garrafas a verdade vem à tona o monstro da noite aparece, o Marie-Noelle trazido pelo confrade
Ibrahim a quem todos agradecem a generosidade. Para mim um dos três melhores
vinhos por mim tomados em 2017. Abaixo a
relação dos espumantes apenas para matar a curiosidade de quem tenha interesse em saber os coadjuvantes.
borbulhas ainda mais morando no Brasil com suas altas temperaturas. Entretanto
na hora de tomar espumantes sou obrigado a fazer uma separação: uma coisa é
tomar estes vinhos refrescantes no dia a dia, e digo que existe uma infinidade
de ótimos produtos disponíveis no mercado pra este fim. Outra coisa e a de
curtir a complexidade e a maturidade dos grandes Champagnes, alguns
Franciacortas, Trentinos e outros restritos exemplares. No final de 2017 reunimos nossa Confraria dos
Vinhos Naturebas para nossa última degustação do ano. Conversando com um dos
participantes perguntei se por ventura ele já havia provado os Champagne de
Marie Noelle, e em resposta recebi um sorriso e um brilho nos olhos. Não só
tomei como recentemente tive o prazer visitar esta produtora foi a resposta. Mas
melhor ainda foi a pergunta que veio a seguir
“quer que eu traga o champa dela para nossa degustação? “. No dia de
nosso encontro seis espumantes naturais devidamente embrulhados em papel
alumínio, muita descontração, e começa o espetáculo: Os dois primeiros são
servidos já tirando suspiros dos presentes, mas ai chega o terceiro espumante e
silencio se faz à mesa, seguido de uma série de comentários como: o que foi
isso? Que maravilha. Esta só pode ser um champa etc etc etc. Segue o jogo e os
outros espumantes são servidos, mas na verdade o jogo já tinha acabado. No Striptease
das garrafas a verdade vem à tona o monstro da noite aparece, o Marie-Noelle trazido pelo confrade
Ibrahim a quem todos agradecem a generosidade. Para mim um dos três melhores
vinhos por mim tomados em 2017. Abaixo a
relação dos espumantes apenas para matar a curiosidade de quem tenha interesse em saber os coadjuvantes.
1 – Nedjma Le Raisin
et L’Ange 2015, Gilles et Antonin Azzoni, 13%, Ardeche Vin de France, 65%
Viognier 35% Sauvignon Blanc
2 – Agrapart 7 Crus Brut, Agrapart, 12%,
Champagne
3 – Cuvée du Goulte Grand Cru 2010, Marie-Noelle
Ledru 12%, Blanc de Noirs, Ambonnay
4 – Vouvray Brut Biologique, Domaine VIgneau
Chevreau 11,5%
5 – Musso de Casarojo Brut, Casa Rojo 11,5%,
Cava, Macabeo
6 – L’Art des Loups 2010, Domaine de Nerleux
13%, Cremant de Loire, Chenin/Chardonnay
et L’Ange 2015, Gilles et Antonin Azzoni, 13%, Ardeche Vin de France, 65%
Viognier 35% Sauvignon Blanc
2 – Agrapart 7 Crus Brut, Agrapart, 12%,
Champagne
3 – Cuvée du Goulte Grand Cru 2010, Marie-Noelle
Ledru 12%, Blanc de Noirs, Ambonnay
4 – Vouvray Brut Biologique, Domaine VIgneau
Chevreau 11,5%
5 – Musso de Casarojo Brut, Casa Rojo 11,5%,
Cava, Macabeo
6 – L’Art des Loups 2010, Domaine de Nerleux
13%, Cremant de Loire, Chenin/Chardonnay
Alguma informações que
talvez possam ajudar a entender o porquê do encantamento do grupo por este champagne
talvez possam ajudar a entender o porquê do encantamento do grupo por este champagne
– Ambonnay é
território de verdadeiros ícones como: Krug,
Egly-Ouriet, e outros como Benoit
Marguet, Paul Déthune, e Eric Rodez.
território de verdadeiros ícones como: Krug,
Egly-Ouriet, e outros como Benoit
Marguet, Paul Déthune, e Eric Rodez.
– Marrie
possui 2,5 hectares de vinhedos sendo 2 de Pinot Noir e meio de Chardonnay.os
vinhedos são orgânicos e o processo de produção não tem manipulação.
possui 2,5 hectares de vinhedos sendo 2 de Pinot Noir e meio de Chardonnay.os
vinhedos são orgânicos e o processo de produção não tem manipulação.
– Marrie praticamente
faz tudo sozinha, estando presente em todos os processos de produção, desde os
tratos culturais dos parreirais ao processo de produção contando com a ajuda de
reduzido time de auxiliares quando necessário.
faz tudo sozinha, estando presente em todos os processos de produção, desde os
tratos culturais dos parreirais ao processo de produção contando com a ajuda de
reduzido time de auxiliares quando necessário.
– Produz
pequenas quantidades marcadas pela alta qualidade e não pretende aumentar a
produção nem mesmo os canais de distribuição.
pequenas quantidades marcadas pela alta qualidade e não pretende aumentar a
produção nem mesmo os canais de distribuição.
Dica:
Se você achar alguma garrafa dela em alguma de suas viagens ao exterior não
vacile, compre e depois de tomar pode me agradecer há há há
Se você achar alguma garrafa dela em alguma de suas viagens ao exterior não
vacile, compre e depois de tomar pode me agradecer há há há
Saúde
e um ótimo 2018
e um ótimo 2018